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Perito aponta que cachorro pode ter dilacerado corpo de mulher achada morta em Mogi das Cruzes

Mulher é encontrada sem cabeça e em decomposição em Mogi das Cruzes Um perito da Polícia Civil apontou, em análise preliminar, que o cachorro da mulher de...

Perito aponta que cachorro pode ter dilacerado corpo de mulher achada morta em Mogi das Cruzes
Perito aponta que cachorro pode ter dilacerado corpo de mulher achada morta em Mogi das Cruzes (Foto: Reprodução)

Mulher é encontrada sem cabeça e em decomposição em Mogi das Cruzes Um perito da Polícia Civil apontou, em análise preliminar, que o cachorro da mulher de 60 anos encontrada sem cabeça na tarde de sábado (11), em Mogi das Cruzes, pode ter dilacerado o corpo dela após permanecer preso no imóvel por vários dias sem alimentação. Segundo o boletim de ocorrência, o corpo de Rosemary Moreira dos Santos foi localizado no jardim do quintal da casa, na Rua Monte Carmelo, no Parque Morumbi, em avançado estado de decomposição. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp De acordo com o registro policial, o corpo foi encontrado sem o pescoço e sem o crânio, que estavam a cerca de 4 metros de distância do tronco. LEIA TAMBÉM: Mulher é encontrada sem cabeça e em decomposição em Mogi das Cruzes Possível ação do cachorro Ainda conforme a análise preliminar do perito da Polícia Civil, as condições em que o corpo foi encontrado e a dispersão das partes indicam possível ação do cachorro da vítima, um rottweiler de grande porte, com cerca de oito anos de idade, que estava preso dentro da casa. O registro policial também informa que o cachorro permanecerá no imóvel sob responsabilidade dos familiares, que devem garantir a alimentação do animal. Casa estava fechada e sem sinais de invasão O boletim aponta que o imóvel estava fechado, com o portão trancado e sem sinais aparentes de arrombamento ou violência. Nenhum objeto foi levado da casa. A perícia identificou ainda que o ambiente apresentava desordem compatível com o cotidiano de uma casa e havia diversos medicamentos controlados no local. Nenhum possível instrumento relacionado à morte foi localizado. Durante as diligências, os policiais verificaram que um vizinho possui câmeras de segurança que podem registrar a entrada da casa. No entanto, ele informou que o equipamento apaga automaticamente as imagens após sete dias. Filha tentou contato por dias A filha da vítima informou à polícia que tentou contato com a mãe pela última vez na quinta-feira (9), por volta das 17h. Sem conseguir falar com ela nos dias seguintes, decidiu ir até a casa no sábado (11). Ao chegar ao local, ela percebeu indícios aparentes de sangue e precisou pular o muro para acessar o imóvel. Segundo o boletim, exames foram solicitados ao Instituto Médico Legal (IML), incluindo necroscópico, toxicológico, sexológico e coleta de DNA, além da realização de perícia no local. O caso foi registrado como morte suspeita e segue sob investigação pela Polícia Civil. Caso será investigado pelo 1º DP de Mogi das Cruzes Alessandro Batata/TV Diário Assista a mais notícias do Alto Tietê

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